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Adobe discute formação de profissionais na era da IA durante o FNESP 2026 

Big Tech debate os novos rumos da formação de alunos e capacitação de trabalhadores para a atuação em um mercado cada vez mais ágil e competitivo

Por: IAIH

Rodrigo Domingueti, líder de Educação da Adobe no Brasil. Foto: Divulgação 

Um dos maiores desafios das instituições de ensino superior no Brasil e no mundo é formar profissionais para áreas cada vez mais orientadas pelas tecnologias de IA. O tamanho desse desafio aparece com clareza em uma pesquisa conduzida pela Pearson, em parceria com a AWS, realizada mais de seis países, incluindo o Brasil: enquanto 78% dos líderes de centros universitários acreditam estar atendendo às expectativas dos empregadores quanto à preparação dos formandos para o uso da tecnologia, apenas 14% dos estudantes relatam ter alcançado um bom nível de proficiência ao aplicar essas ferramentas no contexto profissional. 

Para endereçar esse e outros gargalos da jornada de formação dos estudantes que a Adobe participou do FNESP, um dos fóruns mais relevantes para o segmento de instituições particulares de ensino superior, realizado entre os dias 16 e 17 de setembro.  A bigtech falou sobre como soluções tecnológicas impulsionam a inovação, em um painel que acontece na quarta-feira (16), às 15h30, na Sala 2 (Inflexão), reunindo Fabrício Garcia, sócio-fundador da Questione; Rodrigo Domingueti, líder de Educação da Adobe no Brasil; e Alvaro Venegas, fundador e diretor da ENG DTP & Multimedia — com mediação de John Paul Hempel Lima, diretor de Digital Learning (EAD) da FIAP.

A proposta da Adobe para o ensino superior

Fechar a lacuna entre a prática dos estudantes e a estrutura institucional é o ponto de partida da proposta que a Adobe leva ao FNESP: um plano de aprendizado contínuo, no qual alunos, professores e gestores passam a ter acesso ao portfólio criativo e de produtividade da marca. 

Mais do que ensinar a usar a inteligência artificial para dialogar com documentos, montar apresentações ou produzir vídeos complexos em poucos minutos, a proposta busca fomentar a criatividade e o senso crítico dentro dos campi,  transformando o acesso à tecnologia em um ponto de partida real para a mudança no ensino.

"Queremos encurtar a distância entre o ensino e o mercado de trabalho, colocando ferramentas de criatividade e produtividade no dia a dia da produção acadêmica, para que o senso crítico e a autonomia com IA sejam construídos ao longo da formação, não descobertos às pressas na hora de entrar no mercado", afirmou Rodrigo Domingueti, líder de Educação da Adobe no Brasil. 

Esse plano se materializa em soluções já disponíveis para a rotina acadêmica e administrativa. O Acrobat AI Assistant, por exemplo, permite obter respostas com citações diretamente vinculadas aos arquivos analisados, reduzindo o retrabalho na revisão de documentos, PDFs e material didático e paradidático.  O Adobe Express, por sua vez, viabiliza a criação ágil de peças visuais para aulas, projetos e relatórios, ampliando a autonomia de comunicação de docentes e estudantes, enquanto o Firefly, ferramenta de geração e adaptação de imagens e vídeos, reforça a dimensão criativa da IA aplicada à produção de conteúdo educacional. 

“Nosso grande objetivo no FNESP é buscar novas alianças com a instituições dispostas a repensar o uso da IA dentro e fora da sala de aula. O ensino técnico já é hoje um dos grandes atrativos para novos talentos que entram no mercado; mas isso não é suficiente. Para consolidar a presença de profissionais em setores dinâmicos e competitivos é preciso alinhar diferenciais humanos: desde formas criativas para a resolução de problemas até o desenvolvimento de um olhar curioso para vida, cuja busca  é diariamente renovada”, concluiu Domingueti. 

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